Esse princípio se aplica diretamente à forma como passamos a enxergar o mercado. Durante muito tempo, predominou um mito repetido à exaustão na suinocultura: “o frigorífico é o culpado pela queda dos preços.”
A frase parecia oferecer uma explicação simples para momentos difíceis, mas escondia o real funcionamento do mercado, atrasando a maturidade das decisões.
A evolução começou quando deixamos de lado as crenças reconfortantes e passamos a adotar critérios objetivos.
A análise técnica — baseada em fundamentos como oferta, demanda, expectativas, especulação e concorrência — permite entender que os preços refletem movimentos coletivos, que se irradiam pela cadeia de produção com comportamentos conhecidos dos seus agentes e sem culpados!
O mercado não é regido por intenções individuais, mas por estímulos de escassez e abundância. Quando compreendemos isso com clareza, substituímos a reação emocional por ação estratégica. E é aí que critério vira vantagem competitiva.
Guerras onde ninguém tem razão só produzem satisfação momentânia, tumulto nas negociações e pouco resultado efetivo.
Quanto mais acordos, maior a liquidez do mercado e por consequência o melhor preço médio de longo prazo!
Artigo completo no link da sessão de economia da Três 333 Brasil.